Jojo Rabbit expõe o lado mais ridículo do nazismo - Revista Eletricidade

Jojo Rabbit expõe o lado mais ridículo do nazismo

A estreia oficial de “Jojo Rabbit” nos cinemas brasileiros acontece somente no dia 06/02, mas o filme já está em cartaz em sessões de pré-estreia em diversas salas pelo Brasil.

Em um momento em que o mundo volta a ter problemas com o autoritarismo da extrema direita trazendo coisas ruins como o racismo, o fanatismo e a violência de volta, um filme que expõe o quanto a cegueira do nacionalismo é ridícula, pode ser uma boa pedida. 

Baseado no livro de Christine Leunens, “O Céu que Nos Oprime”, o filme do diretor Taika Waititi mostra Johanes (Roman Griffin Davis), um garotinho austríaco, nazista entusiasmado, que aos 10 anos de idade tem Adolf Hitler (Taika Waititi) como amigo imaginário e busca participar da ala infantil da Juventude Hitlerista.

Ele vive sozinho com Rosie (Scarlett Johansson), sua mãe que não tem o menor entusiasmo pelo nazismo e  esconde segredos que Jojo só descobrirá mais tarde.

O roteiro consegue trazer todos os aspectos ridículos do nazismo fazendo rir de absurdos como um acampamento para treinar crianças como soldados, atirando com metralhadoras e jogando granadas.

Os atores lidam muito bem com todos os aspectos da história, indo do caricato ao dramático e isso inclui a parte mais jovem do elenco. Os garotos Roman Griffin Davis e Archie Yates são simplesmente encantadores em cena, assim como a jovem Thomasin McKenzie que enche a tela com uma interpretação de gente grande. 

No elenco estão também Sam Rockwell, Rebel Wilson, Alfie Allen, Stephen Merchant e Victoria Hogan.

“Jojo Rabbit” recebeu seis indicações ao Oscar 2020: Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante (Scarlett Johansson), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Figurino, Melhor Design de Produção e Melhor Edição. 

Adriana Maraviglia
@drikared

Assista ao trailer de “Jojo Rabbit”, que chega aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (06/02):

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