A vida, a morte e as paixões humanas em “Soul” – Revista Eletricidade

A vida, a morte e as paixões humanas em “Soul”

Definitivamente na lista de melhores do cinema em 2020, a animação “Soul” estreou diretamente no Disney +, no Natal e já é a maior razão para assinar o novo serviço de streaming.

Animações são geralmente voltadas ao público infantil, mas as grandes questões que “Soul” aborda são bastante adultas. 

Joe (Jamie Foxx) ensina música em uma escola, mas ainda sonha conseguir se sustentar como músico, tocando jazz.

Quando a melhor oportunidade de sua vida surge, ele sofre um acidente e precisa conseguir voltar ao corpo depois de acordar fora dele, no mundo espiritual. 

No “além vida”, Joe precisa ajudar 22 (Tina Fey), uma nova alma com uma personalidade bem difícil a se preparar para nascer na Terra.

E neste caminho tortuoso, as questões sobre vida, morte, sonhos, propósitos, talentos e muito do que faz a vida de cada ser humano uma experiência única.

Visualmente, o filme dirigido por Pete Docter, o mesmo do maravilhoso “Divertida Mente” (2015),  consegue o feito de mostrar uma Nova York quase real de tão bem desenhada, um mundo espiritual fofo e inspirador e tudo isso embalado por uma trilha sonora de Trent Reznor e Atticus Ross que apresenta a paixão pelo jazz a gerações que provavelmente ainda não foram tocadas por sua magia.

“Soul” é um filme encantador e vai te fazer rir, chorar e pensar na vida, em seus propósitos e suas paixões. 

Adriana Maraviglia

@drikared

Assista ao trailer de “Soul”:

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