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Gamer (Gamer - 2009)
Os diretores de Adrenalina reencontram
seu público em mais um filme cheio de ação,
com muito pouco a acrescentar, enquanto cinema, mas que pode
ser um passatempo razoável para os aficionados em jogos
violentos, no estilo Counter Strike.
No
futuro, a tecnologia permitiu que a internet se transformasse
em uma presença constante na vida da população
mundial e jogos online são transmitidos simultaneamente
para todos com grande sucesso.
O maior deles chama-se "Slayers" e é protagonizado
por personagens reais, pessoas que foram condenadas à
pena de morte, que concordam em participar de uma série
de batalhas mortais com a promessa de liberdade, se sobreviverem
a todas.
A
poucos jogos da liberdade, Kable (Gerard Butler), um "astro"
do jogo, vive em conflito entre suas memórias e sua
situação atual, de soldado virtual engajado
a batalhas mortais, controlado a distância por um hábil
adolescente (Logan Lerman), que experimenta por tabela a sua
dose de fama.
O
criador do tal jogo, uma figura estranhíssima chamada
Ken Castle (Michael C Hall), que enriqueceu ao criar um outro
jogo, uma espécie de "Second Life", também
com pessoas reais, que concordam em serem comandadas por jogadores
online.
Mas
um grupo de hackers acha que as coisas estão indo longe
demais e combatem o império de Castle, libertando alguns
personagens dos jogos e lutando contra a organização
de Castle, de uma forma semelhante a da ação
dos personagens liderados por Morpheus (Laurence Fishburne),
na Trilogia Matrix.
Mas
termina por aí a semelhança, tudo é muito
exagerado em Gamer o que põe em jogo até a validade
das críticas justas ao nosso universo cada vez menos
humanizado, tornando seus personagens e cenas caricatos e
de gosto duvidoso.
Butler
faz um papel que até pouco tempo atrás era reservado
a atores como Schwarzenegger e Stallone, com poucas falas,
muita pancadaria e muito, mas muito tiro.
Adriana
Maraviglia
Redação Eletricidade
Texto
publicado originalmente no blog
Pipocando
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