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2012
(2009)
Relacionado há algum tempo na
lista dos filmes mais aguardados do ano em um ano em que não
faltaram mega estreias, a superprodução 2012
chegou na última sexta-feira, com grande alarde, aos
cinemas do mundo inteiro.
O
resultado se refletiu nas bilheterias, até agora, com
apenas 5 dias de exibição, o filme já
rendeu 235 milhões de dólares, 74 milhões
apenas no final de semana de estreia.
E
se os trailers já adiantavam que o filme teria algo
de grandioso, eles revelavam muito pouco do tamanho do espetáculo
de destruição que estava por vir.
Essencialmente
visual, o roteiro pode se revelar decepcionante, especialmente
para quem esperava por maiores detalhes sobre a tal da Profecia
Maia, que teria selecionado o ano de 2012 e mais especificamente
o dia 21/12, como o último da História da humanidade
no Planeta.
O
filme acompanha a história do geólogo americano
Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor) que descobre com colegas
na Índia que uma estranha "tempestade solar"
provocou o bombardeamento da Terra por Neutrinos, que por
sua vez, estão causando um aquecimento anormal do núcleo
do planeta.
Os
governos das nações mais poderosas da Terra
são avisados, mas mantem a situação em
segredo, enquanto criam grandes naves onde embarcarão
os chefes de estado, cientistas e quem se dispor a pagar 1
bilhão de euros por sua passagem.
Logo
chega 2012 e Jackson Curtis (John Cusack), um escritor que
não faz muito sucesso e por isso, trabalha como motorista
de limousine para um milionário russo, descobre que
os terremotos que acontecem com cada vez maior frequencia
são um problema realmente sério e decide escapar
com a ex-esposa Kate (Amanda Peet) e os filhos, para tentar
sobreviver ao caos que agora reina.
Roland
Emerich, mais uma vez, coloca "fogo" em tudo e mesmo
assim consgue construir uma história onde deixa bem
claro quem são os mocinhos e quem são os bandidos
e assim como em "Independence Day" (1996), os primeiros
além de um "bom coração" têm
aquela sorte que os faz escapar sempre por um triz de toda
e qualquer situação, mesmo as mais desesperadoras.
Para
sentar no cinema, com o maior pacote de pipoca possível
e curtir o espetáculo visual, já que as quase
3 horas de filme não oferecem muito mais do que isso.
Adriana
Maraviglia
Redação Eletricidade
Texto
publicado originalmente no blog
Planeta
Cinema
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